Gripe A: sintomas, diferenças face à gripe comum e como apoiar a recuperação de forma natural

News
Ambiente de inverno com manta e chá quente, associado ao repouso e ao cuidado natural do organismo.

Nos últimos dias, as pesquisas sobre gripe A aumentaram significativamente em Portugal. Muitas pessoas procuram perceber se os sintomas que sentem correspondem à gripe A, quais as diferenças face à gripe comum e o que podem fazer para apoiar a recuperação de forma segura.

Este artigo reúne a informação essencial, clara e actualizada para o ajudar a tomar decisões informadas.

O que é a gripe A

A gripe A é uma infecção respiratória causada pelo vírus Influenza A. Trata-se de um vírus altamente contagioso que se transmite sobretudo através de gotículas libertadas ao falar, tossir ou espirrar, bem como pelo contacto com superfícies contaminadas.

É mais frequente nos meses de inverno e pode afetar pessoas de todas as idades, sendo geralmente mais intensa do que a gripe comum.

Sintomas mais comuns da gripe A

Os sintomas surgem de forma relativamente súbita e podem incluir:

  • Febre alta

  • Dores musculares intensas

  • Dores de cabeça

  • Cansaço extremo

  • Arrepios

  • Dor de garganta

  • Tosse seca

  • Congestão nasal

  • Em alguns casos, náuseas ou vómitos

Nem todas as pessoas apresentam todos os sintomas, mas o mal-estar geral tende a ser mais marcado do que numa constipação.

Gripe A ou gripe comum: quais as diferenças

Apesar de serem frequentemente confundidas, existem diferenças importantes:

  • Gripe A: início abrupto, febre elevada, dores no corpo intensas e grande sensação de exaustão.

  • Gripe comum: sintomas mais ligeiros, evolução gradual e menor impacto no estado geral.

Em caso de dúvida, sobretudo quando há febre alta persistente, o aconselhamento médico é fundamental.

Quando fazer teste à gripe A

O teste à gripe A pode ser recomendado quando:

  • Os sintomas são intensos ou surgem de forma súbita

  • Existe contacto próximo com pessoas infectadas

  • A pessoa pertence a um grupo de risco

  • Os sintomas se agravam ou não melhoram ao fim de alguns dias

O diagnóstico deve ser sempre confirmado por um profissional de saúde.

Gripe A: tratamento e cuidados essenciais

Não existe um tratamento único para a gripe A. A abordagem passa essencialmente por:

  • Repouso adequado

  • Boa hidratação

  • Acompanhamento médico sempre que necessário

  • Medicação apenas quando prescrita por um profissional de saúde

Evite a automedicação e siga sempre as orientações clínicas.

Como apoiar o organismo de forma natural durante a recuperação

Durante a gripe A, o organismo encontra-se mais fragilizado. Algumas estratégias naturais podem ajudar a apoiar o bem-estar geral e o funcionamento normal do sistema imunitário:

Vitamina C

Contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário e para a redução do cansaço e da fadiga. 

Zinco

Desempenha um papel importante no funcionamento do sistema imunitário e na proteção das células contra o stress oxidativo.

Probióticos

Ajudam a manter o equilíbrio da flora intestinal, que está intimamente ligada ao sistema imunitário.

Magnésio Citrato

Contribui para a redução da fadiga e para o normal funcionamento muscular e nervoso, frequentemente afectados durante episódios gripais.

Vitaminas do complexo B

Apoiam o metabolismo energético e ajudam a combater a sensação de exaustão.

Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e líquidos, é igualmente essencial nesta fase.

Quando procurar um médico

Deve procurar apoio médico se:

  • A febre persistir por vários dias

  • Existirem dificuldades respiratórias

  • Os sintomas se agravarem

  • Se tratar de crianças pequenas, idosos ou pessoas com doenças crónicas

A informação e o acompanhamento adequados são fundamentais para uma recuperação segura.

Fontes de informação credíveis

Direção-Geral da Saúde – Direção-Geral da Saúde
https://www.dgs.pt

Serviço Nacional de Saúde – Serviço Nacional de Saúde
https://www.sns24.gov.pt

Organização Mundial da Saúde – Organização Mundial da Saúde
https://www.who.int

Nota final
Este artigo tem fins informativos e não substitui o aconselhamento médico profissional. Consulte sempre o seu médico antes de iniciar qualquer suplementação ou alterar o seu regime de medicação.

RELATED ARTICLES